terça-feira, 28 de julho de 2009

Abri meu olhos pro lado certo finalmente
E a imensidão do céu meu trouxe paz,
Eu olhei as nuvens cavalgando em meio ao azul do céu
Esqueci de que o vento foi turbulento,ao mormaço sempre atento
Eu paro e sento,da calçada eu reparei os carros,em direção ao fim da rua
Botei os pés na grama,e me apoiei no chão morno de fim de tarde
Uma brisa leve veio me acariciar,é raro quando na maioria das vezes o tempo é parado
mas eu nunca me senti tão em paz.
Aproveitei e joguei meus problemas fora,pra que o vento pudesse levar embora.
Meu bem,meu caso,passou a mão em meu rosto,sorriu e disse que enquanto houver
felicidade em meio a guerra,O amor vai ser o elo dessa união.
Ela disse que me amava,e ao mesmo tempo sorri pelo fato de seus lábios serem doces ao ponto
de tocarem os meus.
Eu andei sedento pelas coisas que não sou,e acabei procurando um "eu" no meio do nada.

O intereçante é que a cidade em si,é ela só e nunca para,Mas tem coisas que são iguais a folhas secas ao chão
Se você não colher,elas voam em direção ao nada.
O conhecimento é o que se leva através da competência,e de que nada através da vontade é capaz
de ser perfeito,mas bom o suficiente pra inesquecível.

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