terça-feira, 28 de julho de 2009

Imagino os dias da minha vida numa música,uma velha cadeira de balanço de sala,e uma caixa acustica.
Imagino o pior dia em que desprezei meu eu,que de um famoso idiota ao mero pebleu
Só meu eu e meu subconsciente,me drogo,me embebedo,mas continuo ciente.
E as vezes eu penso:"Será agora minha hora?",Apenas peço que no meu enterro toquem um rap de trilha sonora.
E claro deixo: De minhas ideias não me deixo,pra o comédia a porta eu feixo,que porque meu mungo gira assim,não é por isso que eu deixo.
O que eu sou hoje,posso não ser amanhã,mas continuo de espírito erguido, e com minha alma sã....
Mas em cada hora da minha viida,desanuncio a minha partida,pra que a cada segundo,o inimigo vagabundo e imundo
Fica indignado,puto da vida,comédia barrufando pro meu lado.
Porque não posso ser de aço,mas matenho meu passo,calado meu jogo faço,no final tudo fica fácil
Não preciso ser certo,mas me sinto correto,para o teu desafeto,minhas ideias vão além do teto.

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