Quis fugir do meu eu,pra um lugar sossegado,só meu,meu único espaço
Coletivo,vivo,comparo comigo mais de um sentido.
Passa hora,passa tempo,ondas da maré criadas pelo cantar do vento
Na madrugada,lembro da dor que apertou meu peito e mais nada.
Não é comun pra mim sentir frio,mas a frieza que me batia era o sentimento de vazio
Vazio injusto e sem nome,um monstro com fome,que enche,consome e some
Dentro do meu subconsciente,agravam-se latejos rinitentes,paro e sinto que ainda estou ciente.
Acordo mais um dia,o sol de vez me encaixa em harmonia,o verde forte fluindo em sintonia.
Nada demais,só busco em mim,um lugar chamado paz,vendo a beleza que aqui jaz,inevitável é não sentir nada demais.
Explicar é difícil,mas num momento propício eu assumo ao meu eu,que nada deu,meu esforço.
Fatal,uma droga inalada pra deixar você fora do normal,voando,viajando em outro espaço sideral
Corpo quente,a orelha sente,os sons repetitivos gritando na minha mente.
Para! Arrependimento me consome mais uma vez,Tá vendo você?O que você é?O que você fez?
O erro,só pode ser o mesmo em um só momento,me desculpe te falar,mas foi você quem causou esse sentimento.
Dor,em meio a essa guerra num sei nem mais o que é amor.Amor,família e nada mais,não pisa no meu calo,pra você ver do que sou capaz.
Calma,sente só,não é você SÓ que está na pior...
[...]
Refletindo meu atos,meus pensamentos,meu passos,Veja quantos laços,adiante fui capaz de dar,
Não sei se percebeu,mas meus problemas ninguem pode solucionar.
[...]
Tanta coisa pra pensar,e na hora "agá",nada pra falar.Na minha mente tudo se passa,não espere,não pense,apenas faça!
Ande naquele velhor píer e não tenha medo,se deite em meio a noite e conte as estrelas seu segredo
Não é a solução,mas do jeito em que vivemos,a única confiança é uma simples ilusão.
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